Toda grande oportunidade nasce de uma conexão realizada em algum momento da vida. Seja um tempo destinado a um networking, um convite aceito mesmo sem vontade ou, por que não, um acaso que conecta duas pessoas despretensiosamente num dia qualquer.
Os insights gerados a partir de uma conversa são abarrotados de referências alheias, as quais se tornam “emprestadas” para que novas ideias ou projetos surjam. Mais do que trocar contatos para encontros posteriores, os maiores aprendizados surgem ali, no bate-papo descontraído e inocente.
As conexões reais são assim, chegam sem prometer nada, mas terminam entregando tudo. São formas de uma interação que gera resultados, que são sadias para o seu repertório e para seus negócios.
Em resumo, podemos dizer que as melhores ideias, ainda em processo de maturidade, são oriundas de um primeiro e despretensioso contato.
Por isso, vale valorizar cada encontro, cada convite do acaso para que os projetos saiam do papel, ainda que você nem saiba ou nem tenha imaginado que algo pode surgir dali.
É assim que os repertórios aumentam, que as relações estreitam e que nos tornamos seres melhores; e não apenas por projetos ou com ideias para prosperar seus negócios, mas com relações humanas que ajudam a construir nossas referências, nossa personalidade e até mesmo a forma de enxergar as coisas e as pessoas. São formas de somarmos a nós valores como a empatia, o respeito e a criatividade. De enxergamos o ponto de vista do outro sem julgamentos, de aprimorar a nossa base de argumentações e de sermos generalistas no pensamento sobre todas as coisas.
Viu só? A conectividade vai muito além do âmbito profissional, ela alcança e nos faz enxergar mais sobre nós mesmos. Porque no fim, tudo é relacionamento. E quando a gente passa a enxergar “ganhos” nesses encontros, a gente entende que nunca foi por acaso, mas sim, sempre foi o resultado de estarmos simplesmente dispostos.
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