Executivo falou durante o Fest’UP como a inteligência artificial pode transformar trabalho, comportamento e relações humanas
A inteligência artificial já começa a mudar a relação das pessoas com o trabalho, a produtividade e até com os vínculos emocionais. Esse foi um dos pontos discutidos por Léo Gonçalves, da Grou, no sábado (19), durante o Fest’UP, na palestra “O que o Tchakabum e o Zeca Pagodinho podem nos ensinar sobre IA”.
Para explicar essas transformações, Gonçalves apresentou três movimentos que ajudam a visualizar os possíveis caminhos da tecnologia: os “super-humanos”, o “trabalho ilimitado” e a “terceirização emocional”.
O primeiro trata da capacidade da tecnologia de ampliar habilidades humanas. Já o trabalho ilimitado considera a chegada de agentes de IA capazes de operar continuamente, enquanto a terceirização emocional aborda o uso da tecnologia em relações e vínculos afetivos. Como exemplo, o executivo citou o Replika, aplicativo de relacionamentos virtuais baseado em IA.
Apesar dessas mudanças, a discussão não parte necessariamente da substituição das pessoas. Para Gonçalves, o potencial está em usar a tecnologia para ampliar aquilo que os humanos já fazem: “As empresas que melhor lidam com a I.A. não são as que a usam para substituir os humanos, mas para potencializar o que os humanos já fazem e são”.
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