Em uma roda de amigos, conversa vai e vem, e chegamos a um daqueles assuntos polêmicos que divide opiniões: Os Influenciadores Digitais.
O ponto era, claro, uma campanha usando um influenciador, um orçamento alto e o resultado nulo. E a dúvida foi: “Mas por quê?”
Na era digital, onde novas profissões são criadas e a recomendação faz toda a diferença, é que surge o digital influencer , seja de moda, fitness, alimentação, humor, música ou afins. Uma pessoa que gera um bom conteúdo em determinado segmento acaba se destacando e conquistando um público cativo que deseja saber mais e mais daquela pessoa.
As marcas se apropriam disso de forma que é mais vantajoso uma pessoa recomendando algo do que a marca falando de si própria.
Tudo bem, isso já ficou claro, eu sei!
Mas porque nem todos os influenciadores conseguem gerar um bom resultado para a empresa? Então entra uma questão muito delicada: a demanda desse serviço cresceu, e muitas pessoas se tornam referência apenas por números, que por sua vez pode ser fácil de conseguir. A relevância do conteúdo fica na incógnita de uma selfie no espelho, e as marcas são trocadas apenas pelo fato de quem paga mais. Os recebidos da semana dão credibilidade a vitrine humana; é muita propaganda para pouca relevância.
E sim, nós queremos conteúdo, queremos o diferente, queremos sentir verdade na hora de escutar uma divulgação e pensar: “Se fala e usa, realmente é bom!”, e menos “É mais uma ação publicitária”, porque felizmente o público já entende o que é real e o que aproxima de uma relação humanizada.
E nós, comunicadores, precisamos entender essa relevância na hora de associar uma marca a uma pessoa, pois qualquer passo impróprio nas mídias digitais é crucial para uma empresa.
Às pessoas que realmente criam bons conteúdos, continuem, por que vocês fazem a diferença no mercado.
Esses dias achei um vídeo da Porta dos Fundos falando sobre o assunto, e achei a crítica realmente fantástica. Assista abaixo.
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